Divulgado cartazes com principais personagens de ‘Assalto ao Banco Central’

Foram divulgados quatro cartazes com os principais personagens da produção nacional Assalto ao Banco Central. Com direção de Marcos Paulo e roteiro de Renê Belmonte, o longa é uma obra de ficção, inspirada no maior roubo a banco do século. Em agosto de 2005, 165 milhões de reais foram roubados do Banco Central em Fortaleza, sem dar um único tiro, sem disparar um alarme, os bandidos entraram e saíram por um túnel de 84 metros cavado sob o cofre, carregando 3 toneladas de dinheiro. Foram mais de três meses de operação para realizar o segundo maior assalto a banco no mundo. Um dos crimes mais sofisticados e bem planejados de que já se teve notícia no Brasil. Quem eram essas pessoas? E o que aconteceu com elas depois? São as perguntas que todo o Brasil se faz desde então.

Barão (Milhem Cortaz) é extremamente inteligente, frio e amoral, desde adolescente levou uma vida criminosa, de furto a assaltos a banco. Nunca foi preso. Ambicioso, sempre quis dar um grande golpe. Sua hora chegou. Extremamente organizado, é do tipo que, quando sai, parece que nunca esteve lá. Observador, nunca perde um detalhe. E nunca admite perder o controle de uma situação. É um estrategista nato. Por trás de sua calma aparente possui uma fúria sanguinária. Não queira estar perto dele quando finalmente perde a calma.

Carla (Hermila Guedes), uma mulher bonita e perigosa, sabe usar a própria sensualidade para conseguir o que quer: não gosta de gracinhas com ela e sabe usar a própria autoridade. Mulher do Barão, ela desempenha um papel essencial na operação, a de cuidar da logística de todo o trabalho. Antes de conhecer o Barão, foi prostituta, até se tornar amante de um turista rico que a levou para morar na Alemanha. Durante um ano, conheceu uma vida de luxo que agora ela está disposta a tudo para recuperar.

Fernando Veronese (Eriberto Leão), conhecido como Mineiro, tem por volta de 30 anos. Classe média, fez faculdade de hotelaria, mas seu verdadeiro talento é como relações públicas. Vivia de aplicar pequenos golpes nos hotéis em que trabalhava, até que foi preso. Conheceu o Barão num desses golpes e se tornaram amigos e parceiros no crime, mas é praticamente o seu oposto: falador, simpático, divertido. Seu sotaque não denuncia que nem mineiro é, de verdade: o apelido veio de seu jeito conciliador e come quieto. Seu maior defeito é se deixar levar por suas emoções e nunca pensar direito antes de fazer alguma coisa.

Lima Duarte interpreta Chico Amorim, delegado da Polícia Federal com 65 anos, em vias de se aposentar. Separado da mulher há mais de vinte anos, vive para o trabalho – foi essa, aliás, a causa da separação. Mora sozinho, mas na verdade passa mais tempo na delegacia ou em campo do que em seu apartamento. Meticuloso, não considera um caso encerrado até que todas as pontas soltas tenham sido atadas. Confia mais na intuição e no feeling desenvolvido em mais de trinta anos no trabalho policial do que em detalhes factuais. Sente a idade pesando e se ressente porque sabe que seu tempo já passou. E tem uma grande nostalgia que não consegue evitar. Extremamente culto, adora os clássicos.

Assalto ao Banco Central estreia 22 de julho nos cinemas brasileiros.

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Sobre dan_nielborges

Caçador de músicas por natureza, fissurado em cinema e apaixonado por fotografia.
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